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SAHARA OCIDENTAL

 

DOCUMENTOS

Maio 2006

Petição: Referendum de autodeterminación para el pueblo Saharaui.


Novembro 2005

Comentário da Frente Polisário à Declaração da União Europeia sobre o SAHARA OCCIDENTAL,


SAHARA OCIDENTAL - CONTRA A IGNOMÍNIA



As fotos que vos mostramos foram tiradas clandestinamente na Prisão Negra de El Aiun, neste Verão de 2005.




Comunicado da Frente Polisário sobre a libertação dos prisioneiros de guerra marroquinos
, 17.08.05


NOS TERRITÓRIOS OCUPADOS
Marrocos tenta sufocar Intifada Sarauí

Ligação www.vastsahara.org
Foto www.vastsahara.org

Ante a multiplicação de concentrações pacíficas, a polícia e o exército marroquinos estão a colocar a população sarauí dos territórios ocupados em estado de sítio. Repressão brutal, novas detenções e saque de casas e bens de famílias prosseguem ante o silêncio da comunidade internacional.

Apelo do Secretário Nacional da Frente Polisário à Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas:

Castellano  English   Français

Fotos da Intifada sarauí

Apelo na imprensa


Campanha pela libertação dos presos políticos sarauís:

Abaixo assinado: 178 eurodeputados reclamam libertação de AMINATOU HAIDAR e de todos os presos políticos sarauís -


Site: Free Aminatou Haidar, Ali Salem Tamek and of all Saharawi political prisoners


Ligações:

A luta do povo sahraui pela sua autodeterminação



ACTUALIDADES

http://www.arso.org

http://www.sahara-libre.blogspot.com/

O dia a dia da resistência do povo saharaui à ocupação ilegal do seu território nacional pelas forças marroquinas. A intifada da Independência e a repressão. As iniciativas diplomáticas e a inacção da comunidade internacional.


SOLIDARIEDADE COM O POVO SARAUÍ
A eterna luta
18.06.2007

Pela primeira vez em sete anos, o Reino de Marrocos e a Frente Polisário negociarão sobre o futuro do Sahara Ocidental. Estas negociações terão lugar em Nova Iorque e resultam da Resolução 1754 do Conselho de Segurança da ONU, que instou as partes a conversar "de boa fé e sem condições prévias". Ler...

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ARQUIVOS

Maio 2006

PARLAMENTO EUROPEU
Entre os interesses e o direito, adivinhe quem ganhou...

O Parlamento Europeu aprovou, por maioria, um acordo de pescas entre a UE e Marrocos. Esse acordo inclui a exploração das águas territoriais do Sahara ocidental, internacionalmente sob responsabilidade da antiga potência colonial administrante, a Espanha. Por outras palavras, reconheceu indirectamente a ocupação marroquina do país. O intergrupo parlamentar de solidariedade com o povo saharauí emitiu entretanto um breve comunicado, que é um compromisso de acção para dificultar e obstruir a consumação desse acordo comercial.

Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de regulamento do Conselho relativo à celebração do Acordo de Parceria no domínio da pesca entre a Comunidade Europeia e o Reino de Marrocos

Declaracion del Inter-Grupo Europarlamentario para el Sahara Occidental sobre el acuerdo de pesca UE-Marruecos

Abril 2006

Frente Polisário, Representación para Europa: Memorándum sobre el Acuerdo de Pesca que pretenden firmar la Unión Europea y Marruecos

      


Sahara Ocidental: a última colónia em África
De 26 de Março e 22 de Abril de 2006, o dia a dia do conflito que opõe o povo saharaui a Marrocos, potência ocupante da ex-colónia espanhola do Magreb.

Semanas 13-14-2006
Semanas 15-16-2006

Março 2006

Quinze activistas do Bloco de Esquerda visitaram entre 24 de Fevereiro e 1 de Março os territórios libertados do Sahara ocidental em missão de solidariedade, a propósito da efeméride dos trinta anos de proclamação da independência.
Vídeo da viagem

"E percebemos o âmago da questão: os sarauís dizem ter compreendido as lições do século XX. Por isso desejam a liberdade, a justiça e a democracia. E um país assim, no Norte de África, será sempre um dedo apontado ao despotismo e a todos os fanatismos."
Artigo de João Teixeira Lopes


Março 2005

A longa espera
Texto e fotos de Miguel Portas

Em Março, uma delegação do Parlamento Europeu deslocou-se à região de Tinduff, no sudoeste da Argélia, onde se encontram os acampamentos de refugiados sarauís. Um mês depois, Estrasburgo decidia a reposição dos níveis de ajuda humanitária da União, em recuo desde 2002. Mas falta o essencial: a aposta da Europa no referendo sobre a autodeterminação, que Marrocos recusa.

O que falta? Simplesmente, vontade...

NO FIM do século XIX, a Espanha proclamou o seu protectorado sobre as terras entre o Cabo Bojador e o Cabo Branco, em frente das ilhas Canárias. Aí vivia, em terras impróprias para a agricultura, um povo nómada, sem organização estatal, mas independente dos reinos vizinhos. O domínio espanhol sobre o Sahara ocidental apenas se concretizará na década de 30, poucos anos antes de se iniciarem os processos de descolonização...

Em 1966, a Assembleia Geral da ONU reclama da potência administrante um referendo sobre a autodeterminação, que Marrocos apoiou.

A partir da década de 70, a resistência organiza-se. A 10 de Maio de 1973, é fundada a Frente Polisário. “Não será pelas armas que arrancaremos a liberdade”, proclamou. Mas os anos seguintes forçá-la-ão a uma guerra desigual. Em 1974, o rei de Marrocos, Hassam II, passa a opor-se a qualquer referendo. E um ano mais tarde, em Novembro de 1975, lança uma “marcha verde” de 350 mil marroquinos sobre o Sahara ocidental, devidamente protegida pelo exército.

Três meses mais tarde, a 26 de fevereiro de 1976, a Espanha abandona o território, depois de ter assinado com Marrocos e a Mauritânia a transferência dos seus poderes administrativos. Caía por terra a promessa de referendo. Espanha comportava-se no Sahara ocidental como Portugal em Timor: depois de um colonialismo de pacotilha, abandona os sarauís à sua sorte...

A República Árabe Sarauí Democrática (RASD) é criada no dia seguinte e seguiram-se 15 anos de guerra. O saldo foi pesadíssimo: 70 a 80 mil sarauís refugiaram-se na mais inóspita das regiões do Sahara, a hammada, inteiramente dependentes da ajuda humanitária internacional...

Em 1991, as duas partes assinam um cessar-fogo e o Conselho de Segurança da ONU aprova uma missão para o território. Em 1997, o antigo secretário de Estado norteamericano, James Baker, negoceia um novo plano de paz, onde se prevê, antes do referendo, um período de autonomia, e a inclusão desta hipótese na pergunta a fazer sobre o futuro do Sahara ocidental. Os sarauís decidiram correr o risco deste compromisso e subscreveram o plano. Quem não o fez foi Marrocos. De 2003 para cá, o impasse voltou a ditar as suas leis.

A ONU pode, contudo, forçar a solução. Basta que coloque este confl ito ao abrigo, não do artigo 6º da Carta das Nações Unidas – que prevê o acordo entre as partes – mas do artigo 7º - que permite impor a resolução independentemente do acordo entre as partes. Marrocos não negociará enquanto não for obrigada a isso. E é aqui que a Europa deveria entrar com uma posição única. Para isso, é indispensável uma mudança na posição espanhola, amarrada aos acordos de pesca e fosfatos que fez com Marrocos... nas águas e areias de que é, ainda hoje, a potência administrante!

Slideshow:

Versão com "autoplay" 

Versão para os utilisadores no Parlamento Europeu
(por misteriosas razões de ordem técnica a versão anterior, mais confortável, não funciona no ambiente de trabalho do PE)

 


"Eles têm o tempo, nós o relógio", intervenção de Miguel Portas no debate do Parlemento Europeu dedicado à ajuda humanitária aos refugiados do Sara Ocidental

 


Escalade dans le conflit saharaoui - Montée des tensions, Floréal Sotto em afrik.com, 1.7.2005


Marrocos / Sahara Ocidental

La justicia debe empezar por la apertura de investigaciones sobre las torturas


Maio 2005


Foto EFE

Recortes de imprensa sobre os trágicos acontecimentos nos territórios ocupados do Sahara Ocidental (El Mundo, Europa-Press, SPS...)

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DOSSIERS 2003-2006

O Irão e o nuclear

Europa e Imigração

Comunidades imigrantes: escola e integração

Tumba la valla: os acontecimentos de Ceuta e Melilla

Mediterrâneo e Processo de Barcelona

A outra Europa começa a surgir

Europa em crise

França, a revolta dos subúrbios

Directivas anti-sociais:

- Campanha STOP Bolkestein

- Tempo de trabalho

OMC: O mundo não está à venda

O Império e os direitos humanos

Terrorismo e derivas securitárias

As caricaturas de Maomé

Médio Oriente: Palestina • Líbano e Síria • Iraque • Egipto • Turquia

Sahara Ocidental

Hiroxima e Nagasáqui